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O evento contará com a presença de autoridades estaduais – incluindo o governador Mauro Mendes (DEM) – e também do ministro da Saúde, Henrique Mandetta.
São cerca de 200 profissionais, que tentam pressionar o chefe do Executivo a cumprir a lei 510/2013, que prevê reajuste de 7,69% neste ano. Eles, porém, estão num “cordão de isolamento” feito pela Polícia Militar, que reforçou seu efetivo já prevendo a realização de manifestação no local.
Com praticamente dois meses de greve, os professores intensificam os atos em busca de terem seus pleitos, pelo menos parcialmente, cumprido. Ontem, um grupo esteve na frente do Palácio Paiaguas e se “acorrentou”.
O Governo do Estado alega que não tem com efetuar o pagamento do reajuste em virtude da ausência de recursos e da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), já que está estourado no limite de gastos com pessoal. O Executivo alega já ter atendido outros pleitos dos professores, restando apenas o aumento salarial.
Segundo o Governo, nem mesmo uma proposta de pagamento futuro deve ser apresentada devido a situação financeira do Estado. Isso porque, o governador destacou que não irá assinar “um cheque em branco” para a categoria.