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Após prisão de parente, investigador enfrenta PM, saca arma e causa confusão
Confusão entre militares foi tão grande que chegou a fechar a Avenida Filinto Muller, em VG
Publicado em: 14/07/2017 ás 08:27:00 Autor: RD News Fonte: RD News
Foto Por: RD News

O investigador da Polícia Civil P. H. B teria tentado impedir a prisão de um familiar, que foi pego com drogas após uma abordagem da Polícia Militar. Também teria sacado uma arma dentro da delegacia e ameaçando atirar em um cabo. A confusão foi tão grande que chegou a fechar a Delegacia e trancar o trânsito da avenida Filinto Müller em Várzea Grande na noite de ontem (13).


De acordo com as informações do boletim de ocorrências (2017.233885), uma viatura fazia rondas pelo bairro Asa Bela, em Várzea Grande, quando fez a abordagem de um homem, que estava com duas porções de substância análoga à maconha.

 

Durante checagem, ficou constatado que ele possui dez passagens criminais. Minutos depois, chegou uma mulher que começou a agredir verbalmente os policiais que atendiam a ocorrência com as seguintes palavras: "Policiais filhos da puta, vagabundos, meu filho é policial, ele irá matar vocês".

 

Diante da situação, a PM deu voz de prisão para a mesma por desacato e ameaça. Ela então teria desferido socos, pontapés e um tapa na cara de um dos soldados, chegando a danificar a lente de seu óculos.

 

Os policiais então utilizaram força moderada para colocar as algemas nos dois suspeitos. Mas, o marido da mulher e outros quatro populares tentaram obstruir o serviço dos policiais, que conseguiram afastar todos do local. Eles então foram conduzidos para a Central de Flagrantes.

 

A mãe do investigador estava com uma pequena escoriação no cotovelo, ocasionada no momento em que os policiais tentavam algemá-la. Na delegacia, o policial civil, que é filho da suspeita e não estava de serviço, se apresentou e exigiu que as algemas fossem retiradas dela.

 

Além disto, teria ordenado que os policiais entregassem o celular do seu pai de volta. O investigador ainda teria sacado a arma e ameaçado um cabo da PM, dizendo: "se tiver que matar eu mato, que eu sou policial civil, eu que mando aqui". Também disse conhecer um dos soldados que atenderam a ocorrência e que saberia onde ele mora.

 

Por conta da situação, em poucos minutos, dezenas de viaturas da Polícia Civil e da Militar foram a Central de Flagrantes. Algumas não conseguiram estacionar e ficaram na avenida, "trancando" o trânsito. Um clima de extrema tensão tomou conta da delegacia. Apesar da situação não houve nenhum confronto entre membros da corporação.

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