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Ao Olhar Jurídico, o político informou que pretende saber com exatidão quais foram as informações contadas por Permínio. Fávaro não é réu em ações provenientes da Operação Rêmora, que investiga fraudes na Secretaria de Educação MT.
O requerimento foi entregue em processo que aciona também os empresários Alan Malouf e Giovani Guizardi. Petição será julgada pelo juiz Jorge Tadeu, um dos titulares da Sétima Vara Criminal.
Conforme informações divulgadas pela imprensa, a delação de Permínio Pinto afirma que Carlos Fávaro tinha consciência de um esquema de caixa 2 para bancar a campanha do ex-governador Pedro Taques (PSDB). A multinacional JBS também estaria envolvida no suposto esquema pensado no seio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
“Fávaro teria dito que um empresário lhe deu a ideia para que eles se aproveitassem de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com a JBS/Friboi para que a empresa pagasse as dívidas de campanha”, diz trecho do termo 5 da delação divulgada pelo site Gazeta Digital no dia 21 de abril.
O referido TAC entre o governo de Mato Grosso ocorreu em dezembro de 2015 e resultou na devolução de R$ 360 milhões ao Estado.
Em sua defesa, mesmo que livre de processos, Fávaro afirma que nunca participou de esquemas de corrupção enquanto ocupou cargo no Poder Executivo.