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Medeiros define candidatura e espera receber apoio de Bolsonaro
Podemos disse em nota que não vai “medir esforços” para eleger deputado federal no pleito
Publicado em: 19/02/2020 ás 14:29:00 Autor: Mídia News Fonte: Mídia News
Foto Por: Só Noticias

O deputado federal José Medeiros vai disputar a eleição suplementar ao Senado, marcada para ocorrer em 26 de abril em Mato Grosso. A definição ocorreu após uma reunião, na tarde de terça-feira (18), com a presidente nacional do Podemos, deputada federal Renata Abreu.

 

Em nota, o Podemos afirmou que não vai “medir esforços” para eleger Medeiros no pleito.

 

O parlamentar já foi senador entre 2014 e 2018, quando Pedro Taques (PSDB) deixou a cadeira para disputar – e vencer – o cargo de governador de Mato Grosso.

 

A sigla marcou para o próximo dia 12 de março a convenção que vai homologar a candidatura de Medeiros e de seus dois suplentes.

 

Conforme informações do site O Antagonista, o parlamentar espera contar com o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

 

O presidente, inclusive, tem dado sinais publicamente de que apoiará Medeiros. Em um café da manhã com a bancada da Frente Parlamentar da Agropecuária, na semana passada, Bolsonaro chamou o deputado de “futuro senador”.

 

“Vou votar no ceguinho”, disse o presidente, brincando com Medeiros, que usava óculos escuros por conta de uma cirurgia de catarata.

 

A vaga

 

A disputa eleitoral ocorrerá por conta da cassação da senadora Selma Arruda, também filiada ao Podemos de Medeiros.

 

Selma e seus suplentes, Gilberto Eglair Possamai e Clérie Fabiana Mendes, foram cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE) em abril deste ano por omitir despesas na ordem de R$ 1,2 milhão durante a pré-campanha e campanha de 2018, o que configura caixa 2 e abuso de poder econômico. 

 

Os gastos foram identificados na contratação da KGM, empresa de pesquisa eleitoral, e a Genius Publicidade.

 

Ela recorreu da decisão, mas o Tribunal Superior Eleitoral confirmou a cassação, por 6 votos a 1.

 

Os ministros também decretaram a inelegibilidade de Selma e seus suplentes por um prazo de oito anos, além da realização de novas eleições em Mato Grosso.

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  • Disputa ao Senado
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