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A mobilização tem como objetivo denunciar o desmonte da educação pública, conduzido pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), além de impedir o avanço da reforma da Previdência.
Os manifestantes devem sair em passeata pelo Centro da Capital às 14h, o que deve paralisar parcialmente e complicar o trânsito na região.
A comunidade acadêmica da UFMT, representada pela Associação dos Docentes (Adufmat), Sindicato dos Servidores Técnicos-administrativos (Sintuf-MT) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) manifesta contra o corte da Educação e o projeto Future-se do Ministério da Educação (MEC).
O protesto é contra a proposta de terceirização do financiamento da educação pública.
Além da capital, os atos de protesto ocorrem também nas cidades de Rondonópolis e Barra Garças, onde há manifestações nas praças Brasil e dos Garimpeiros.
O movimento ocorre em nível nacional, percorrendo durante a semana diversas cidades do Brasil, intitulado como 'Tsunami da Educação'.