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Secretário diz que FEX é sonho que pode não se concretizar
Gallo afirma que recurso precisa ser garantido por meio de lei, mas União não vê mais perdas com ICMS
Publicado em: 23/09/2019 ás 09:10:00 Autor: Mídia News Fonte: Mídia News
Foto Por: Divulgação

O secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, disse que o Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX), no valor de quase R$ 500 milhões, pode não ser repassado novamente em 2019. Os valores de 2018 também não vieram.

 

O FEX é um recurso repassado pela União aos Estados, como uma forma de compensação pelas perdas com a Lei Kandir - que trata da isenção do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nos produtos de exportação.

 

“O dinheiro do FEX é uma esperança, um sonho, que não se concretizou no ano passado. Estamos praticamente em outubro e ainda não verificamos sinais concretos, além de palavras”, disse o secretário.

 

“Ainda não houve sinais concretos, orçamentários da União, para que isso efetivamente ocorra. Nossa tendência é trabalhar para que ocorra, mas não contabilizamos esse recurso”, acrescentou.

 

Nesta semana, o secretário esteve no Supremo Tribunal Federal (STF) para debater sobre o fundo, que pode ser extinto.

 

Um parecer de uma comissão técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que 80% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em operações interestaduais já ficam com os Estados e, por isso, não seria necessário o repasse do FEX.

 

O caso é alvo de uma ação, na qual o ministro Gilmar Mendes é relator.

 

“Estamos trabalhando para que tenha uma proposta, mas [não há] nada de concreto ainda. Ainda há resistência muito grande em se reconhecer que há perdas. Eles têm entendimento que não há mais perda para os Estados exportadores”, afirmou o secretário.

 

“Teria que ter uma lei garantindo o repasse, mas a União se recusa a reconhecer que há perda. Esse é o ponto que estamos discutindo. Se ela se recusa a reconhecer que há perda, não tem nada o que compensar”, completou.

O secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, disse que o Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX), no valor de quase R$ 500 milhões, pode não ser repassado novamente em 2019. Os valores de 2018 também não vieram.

 

O FEX é um recurso repassado pela União aos Estados, como uma forma de compensação pelas perdas com a Lei Kandir - que trata da isenção do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nos produtos de exportação.

 

“O dinheiro do FEX é uma esperança, um sonho, que não se concretizou no ano passado. Estamos praticamente em outubro e ainda não verificamos sinais concretos, além de palavras”, disse o secretário.

 

“Ainda não houve sinais concretos, orçamentários da União, para que isso efetivamente ocorra. Nossa tendência é trabalhar para que ocorra, mas não contabilizamos esse recurso”, acrescentou.

 

Nesta semana, o secretário esteve no Supremo Tribunal Federal (STF) para debater sobre o fundo, que pode ser extinto.

 

Um parecer de uma comissão técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que 80% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em operações interestaduais já ficam com os Estados e, por isso, não seria necessário o repasse do FEX.

 

O caso é alvo de uma ação, na qual o ministro Gilmar Mendes é relator.

 

“Estamos trabalhando para que tenha uma proposta, mas [não há] nada de concreto ainda. Ainda há resistência muito grande em se reconhecer que há perdas. Eles têm entendimento que não há mais perda para os Estados exportadores”, afirmou o secretário.

 

“Teria que ter uma lei garantindo o repasse, mas a União se recusa a reconhecer que há perda. Esse é o ponto que estamos discutindo. Se ela se recusa a reconhecer que há perda, não tem nada o que compensar”, completou.

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